"Faça com seu coração o mesmo que faria com um móvel empoeirado, retire toda poeira que o cobre" Linda Marianna
Esta frase veio a minha mente quando estava limpando os móveis do meu quarto, vendo toda aquela poeira cobrindo-os, fiquei pensando o quanto exinte gente no mundo que guarda mágoas, rancor, lembranças tristes e que com isso esquecem de viver e deixam que a poeira invada seus corações e esquecem de fazer a limpeza do dia-a-dia em seu coração e com isso retirar todas as "poeira" que o cobrem e junto as impurezas que nos atrapalham a viver, deste meu pensamento surgiu esta frase que na hora me cativou e me fez vir escrever aqui.
domingo, 23 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Agradecimento
Agradeço-lhe por lembrar-se de mim
Mesmo não me conhecendo pessoalmente
Só por nome mesmo
Lembrou,
Mais não sabe, creio
Como me deixou feliz
Feliz por fora
E o dobro por dentro
Lágrimas me enchem os olhos,
De tão feliz choro.
Linda Marianna, 19 de maio de 2010
Mesmo não me conhecendo pessoalmente
Só por nome mesmo
Lembrou,
Mais não sabe, creio
Como me deixou feliz
Feliz por fora
E o dobro por dentro
Lágrimas me enchem os olhos,
De tão feliz choro.
Linda Marianna, 19 de maio de 2010
Da inveja à felicidade
Deixo de lado a inveja
Para chegar à felicidade
A felicidade me ilumina
A inveja me escurece
Entre as duas
Prefiro a felicidade
Com a felicidade
Que sinto neste instante
Vejo-me flutuar
Com um belo dia a passar
Não sei o que virá
Não ligo
A felicidade que adentra o meu corpo
Faz-me esquecer
Que não se sabe
Se o dia de amanhã
Será igual ao de hoje
Prefiro continuar sem saber
E viver o dia de hoje
Em que a felicidade
Encontrou-me
E encontrou-me solitária
E ela solidária
Fez-me uma ótima companhia
Que seria o dia de hoje
Agradeço a felicidade
Por encontrar-me
E ficar comigo neste tempo difícil.
Linda Marianna, 19 de maio de 2010
Para chegar à felicidade
A felicidade me ilumina
A inveja me escurece
Entre as duas
Prefiro a felicidade
Com a felicidade
Que sinto neste instante
Vejo-me flutuar
Com um belo dia a passar
Não sei o que virá
Não ligo
A felicidade que adentra o meu corpo
Faz-me esquecer
Que não se sabe
Se o dia de amanhã
Será igual ao de hoje
Prefiro continuar sem saber
E viver o dia de hoje
Em que a felicidade
Encontrou-me
E encontrou-me solitária
E ela solidária
Fez-me uma ótima companhia
Que seria o dia de hoje
Agradeço a felicidade
Por encontrar-me
E ficar comigo neste tempo difícil.
Linda Marianna, 19 de maio de 2010
Inveja
Sinto uma inveja no peito
Uma forte inveja
De pessoas que amo
Mais que nesta hora
Invejo
Invejo tudo
Lugar, o que estão fazendo
Queria estar no lugar deles
Queria estar com eles.
Linda Marianna, 19 de maio de 2010
Uma forte inveja
De pessoas que amo
Mais que nesta hora
Invejo
Invejo tudo
Lugar, o que estão fazendo
Queria estar no lugar deles
Queria estar com eles.
Linda Marianna, 19 de maio de 2010
Sentimentos
Nos momentos felizes da vida
Alegro-me com tudo
Nos momentos tristes
Entristeço a toa
Creio que tenho
Que aprender
A dividir
Os sentimentos
Em partes
Com que consigo
Viver em todas
As situações
Dos meus sentimentos humanos.
Linda Marianna, 19 de maio de 2010
Alegro-me com tudo
Nos momentos tristes
Entristeço a toa
Creio que tenho
Que aprender
A dividir
Os sentimentos
Em partes
Com que consigo
Viver em todas
As situações
Dos meus sentimentos humanos.
Linda Marianna, 19 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Sobre o poema: FALTA DE CORAGEM
Este poema foi escrito quando eu estava sentada no carro do meu pai e ele tinha parado para beber, e eu no carro só olhando ele com aquele copo na mão, sentindo um aperto no coração e uma imensa vontade de chorar, não chorei, pois ele já estava bêbado e se eu chorasse só iria piorar as coisas, então procurei um pedaço de papel e uma caneta e desabafei tudo o que eu estava sentindo em um poema. Depois do poema escrito, senti um alívio, percebi então que de forma poética conseguir desabafar sem dizer uma só palavra a ninguém apenas com um pedaço de papel e uma caneta. Ainda sentindo uma vontade de dizer alguma coisa, mais sem coragem, silenciei, pensei no que poderia acontecer caso eu dissesse alguma coisa, ainda por cima na frente dos amigos dele, isso era um assunto pessoal, não interessava a mais ninguém, sabendo que seria difícil conversar com ele, pois já estava bêbado e não adiantaria chamá-lo num canto decidi voltar para casa e escrever aqui, desabafar de uma nova forma, aqui digitando esta mensagem, enquanto ele não chega, confesso também que sinto medo de como ele vá chegar, não sei que horas, sei que ele não vai chegar nada bem, sei também que minha mãe não irá gostar de como ele chegará... Sempre foi assim, eu no meu canto, sentido as dores da bebida, de um pai que quando começa a beber, não sabe a hora de parar, não sabe o que seus familiares sente por ele neste momento, em que para ele é fácil, mais para nós não. Eu uma menina de 13 anos, que desde que nasceu sofre com isso, mais nunca teve coragem de contar, mais que com este texto, esta desabafando por uma vida inteira com o sofrimento da bebida... Com uma vida inteira dividida em semanas alegres e finais de semana sofridos. Meu pai com seus amigos que só o levam para o caminho da bebida e não o incentivam a parar, não ajudam sua família mesmo vendo que ela faz de tudo para que ele pare. Minha mãe que tanto quanto eu já sofreu com isso, e ainda carrega a dor em seu peito, que já pensou em se separar várias vezes, se sentindo solitária achando que sofria sozinha, mais esquecia que em um lado sua filha estava sofrendo com ela e no outro Deus segurando firme em suas mãos. E eu aqui desabafando tudo o que estou sentindo neste texto com lágrimas escorrendo pelo rosto, mais o que importa é que estou desabafando...
O poema que eu mais gostei foi esse:
No desabafo
A coragem some
E tudo o que meu coração esconde
Surge derrepente
Como uma voz a falar
Essa voz,
a minha
Que muitas vezes sente vontade de falar
Falar coisas que não posso dizer
E quem sabe nunca poderei dizê-las
E quando tento
A voz que as levaria
Até os ouvidos dele
Somem
Como se ela nunca existisse
Como se fosse um sonho
Que volta repetidamente
E que as vezes se transforma em um pesadelo
Um pesadelo de que tenho medo
Medo
De sei lá o que...
Um medo que volta a me assombrar
Nas madrugadas de solidão
Um medo que me paralisa.
15 de maio de 2010
A coragem some
E tudo o que meu coração esconde
Surge derrepente
Como uma voz a falar
Essa voz,
a minha
Que muitas vezes sente vontade de falar
Falar coisas que não posso dizer
E quem sabe nunca poderei dizê-las
E quando tento
A voz que as levaria
Até os ouvidos dele
Somem
Como se ela nunca existisse
Como se fosse um sonho
Que volta repetidamente
E que as vezes se transforma em um pesadelo
Um pesadelo de que tenho medo
Medo
De sei lá o que...
Um medo que volta a me assombrar
Nas madrugadas de solidão
Um medo que me paralisa.
15 de maio de 2010
FALTA DE CORAGEM
Quando te vejo
Com aquele copo na mão
Cheio de uma substância amarela
Que foi feita para acabar com vidas
Sinto uma dor no peito
E uma vontade de desabafar em seu colo
Mas falta coragem...
Por que a vontade nunca ganha da coragem?
Uma boa pergunta que sinceramente,
gostaria de saber...
15 de maio de 2010
Com aquele copo na mão
Cheio de uma substância amarela
Que foi feita para acabar com vidas
Sinto uma dor no peito
E uma vontade de desabafar em seu colo
Mas falta coragem...
Por que a vontade nunca ganha da coragem?
Uma boa pergunta que sinceramente,
gostaria de saber...
15 de maio de 2010
ÓDIO
Do ódio que sinto no peito
Tento escapar
Mas acho uma tarefa impossível
Procuro entender
Porque todos tem raiva
Porque ninguém consegue escapar
Deste mal que nos persegue
Esta ação violenta
Que consegue acabar com vidas
Que no âmbito da raiva se matam
O amor procura um lugar
Mas o ódio parece ser mais forte
E em alguns corações prevalece...
Linda Marianna
Tento escapar
Mas acho uma tarefa impossível
Procuro entender
Porque todos tem raiva
Porque ninguém consegue escapar
Deste mal que nos persegue
Esta ação violenta
Que consegue acabar com vidas
Que no âmbito da raiva se matam
O amor procura um lugar
Mas o ódio parece ser mais forte
E em alguns corações prevalece...
Linda Marianna
DE PALAVRAS A POEMAS
De um rabisco no papel
Vão surgindo linhas
Linhas que se transformam em palavras
Com palavras escrevo frases
Com as frases formo versos
Versos que falam por mim
Falam o que nem eu saberia dizer
Nos versos escrevo coisas
Coisas com o qual me identifico
E que com elas formo poemas
Poemas que se identificam,
não só com um ser,
mais com uma geração
Uma geração que ainda não encontrei
Mais que estou à procura...
12 de maio de 2010
Vão surgindo linhas
Linhas que se transformam em palavras
Com palavras escrevo frases
Com as frases formo versos
Versos que falam por mim
Falam o que nem eu saberia dizer
Nos versos escrevo coisas
Coisas com o qual me identifico
E que com elas formo poemas
Poemas que se identificam,
não só com um ser,
mais com uma geração
Uma geração que ainda não encontrei
Mais que estou à procura...
12 de maio de 2010
Alegria e tristeza
Nos afazeres da vida
Vou levando com harmonia
A tristeza e a alegria
Nesse jogo
Em que a vitória acompanhada da alegria
Ou a derrota acompanhada da tristeza
Nos dá descobertas constantes
A alegria junto aos pais
Nos mostra o bom de ser criança
Os risos, os choros, as dores não compreendidas
Nos mostram a paz que temos
Quando ainda não se sabe das dores,
escondidas atrás de cada um de nós...
Linda Marianna
Vou levando com harmonia
A tristeza e a alegria
Nesse jogo
Em que a vitória acompanhada da alegria
Ou a derrota acompanhada da tristeza
Nos dá descobertas constantes
A alegria junto aos pais
Nos mostra o bom de ser criança
Os risos, os choros, as dores não compreendidas
Nos mostram a paz que temos
Quando ainda não se sabe das dores,
escondidas atrás de cada um de nós...
Linda Marianna
Falta da família
Sinto sua falta
Pois és especial para mim
No sossego do interior
Queria continuar....
De perto da família
Não queria mais sair
Por alegria e tristezas passamos
Mais não desapontamos
E firme-forte continuamos...
Linda Marianna, 25 de abril de 2010
Pois és especial para mim
No sossego do interior
Queria continuar....
De perto da família
Não queria mais sair
Por alegria e tristezas passamos
Mais não desapontamos
E firme-forte continuamos...
Linda Marianna, 25 de abril de 2010
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