Mostrando postagens com marcador texto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador texto. Mostrar todas as postagens

sábado, 30 de abril de 2011

Meu coração...


Meu coração não pertence nem pertencerá a qualquer um, a única pessoa que tem o direito de entrar nele sem pedir licença é Deus, com Ele não tenho medo de partilhar tudo o que sinto e pedir conselhos, sei que Ele sempre quer o melhor para mim e para todos nós, Ele sempre estará ao meu lado, tanto nos momentos mais difíceis, quanto nos mais felizes de minha vida, mesmo que eu chore, ou sorria. Para Ele sei que sou especial, por pior que eu seja eu sei que Ele me ama.

Ele também te ama, ama a todos igualmente, nunca se esqueça disso!!!


Linda Marianna

sexta-feira, 4 de março de 2011

Por que pessoas matam?

Pessoas matam por dinheiro, vingança, querem ferir o coração do inimigo. Mas o que isso traz para o assassino? Felicidade?! Tudo volta ao normal no dia seguinte, como se nada tivesse acontecido?! Acho que não, isto deixa-o com culpa, peso na consciência. Por que matar? Para que matar? Não sei... Muitas vezes inocentes, crianças, familiares, pessoas que não tem nada a ver com o assunto são as vítimas. Por que? Queria saber a resposta. Os únicos que sabem são os assassinos, e muitas vezes nem eles mesmos sabem o porque, matam por instinto. Que instinto? Animal?! Não sei... O mundo está a procura da paz, mas como ter paz com essa violência que nos envolve? Estamos à procura de todas estas respostas para termos a oportunidade de mudar o mundo.

Linda Marianna

quarta-feira, 2 de março de 2011

Já sabemos o melhor jeito de viver?


Será que nessa vida, de muitos desafios, nós humanos já descobrimos qual seria a melhor forma de viver?
Viver é um dom que todos nós temos, mas que nem todos sabem usar este utensílio maravilhoso, somente aqueles que sabem realmente viver e fazer da vida algo especial.
Saber viver é uma arte que poucos de nós sabemos fazer, muitos não tem esse talento nas mãos, não sabem viver com a arte que dá gosto de ver.
Conviver é um desafio que precisamos superar todos os dias em nossas vidas e que cabe a cada um de nós sobrevivermos com pensamentos positivos e alegria para um novo dia que irá nascer a toda manhã de nossas vidas.
Não, viver não é nada fácil, muitos de nós ainda não descobrimos a melhor maneira de se viver, notamos isso em nosso cotidiano, quando vemos pessoas nas drogas, pessoas matando por pouco, essas não são atitudes de quem sabe viver da melhor forma possível.

Linda Marianna, 02 de março de 2011

sábado, 20 de novembro de 2010

Aniversário

Fazer aniversário, para alguns o mais importante são os presentes, para mim o importante é saber o quanto você é importante, que você tem muitas pessoas que lhe amam muito, é saber que lembram de você, de um dia tão especial.
Exemplo de amor, de carinho, foi quando minha mãe foi colocar meu nome na missa e a secretária perguntou-lhe para quem seria, e minha mãe carinhosamente respondeu que era par o seu “bebê”, confesso que quase chorei... Bebê eu? Perguntei-me, e de novo ela respondeu-me que eu seria para sempre seu “bebê”, mais uma vez meus olhos encheram de lágrimas...
Percebi nas falas de minha mãe, que os meus 14 anos não me fizeram deixar de ser o mesmo bebê de anos atrás para ela.
Este é o melhor presente que você poderia receber saber que não importa sua idade, mas que você será sempre para sua mãe um bebê...

Linda Marianna, 20 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Para refletir: Amigos.















É muito bom rever a família, mas por mais confortável que seja a viajem sentimos falta dos nossos amigos do dia-a-dia, isso é normal, é uma forma de mostrar que seus amigos também são como uma família, nos ajudam nos momentos difíceis da nossa vida, quando choramos nos dão forças e se preciso choram com a gente, eles nos alegram, nos fazem aquela companhia confortável na qual tanto amamos.
Amigos são nossa segunda família, não são parentes de sangue, mas são de alma.
Isso que sinto por meu amigos e colegas, para mim eles são irmãos, não de sangue mas de alma, repito.
Pense bem, você também irá notar como seus amigos são como irmãos e alguns até como pais, amigos são como família, são essenciais nesta vida...

Linda Marianna
, 15 de novembro de 2010.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Escolhas


Quem nunca viveu um momento de decisão, fazer ou não fazer, ir ou não ir?
Vivi isso no colégio, um trabalho, uma professora que daria nota para o grupo... Tivemos que escrever em um papel nosso nome, o que fizemos no trabalho, a nota que achávamos que merecíamos e notas para os nossos "amigos de grupo", pronto surgia ai um problema, ser honesta ou ajudar os amigos?
Eu tinha pouco tempo para pensar, resolvi ser honesta e colocar a nota que verdadeiramente eu achava que eles mereciam, depois de pronto entreguei para a professora e fui para o recreio, logo após eu sair mandaram chamar-me no nome de uma pessoa que nem estava no meio deles, quando cheguei no local todos vieram para cima de mim para perguntar o porque de eu não ter dado a nota máxima, respondi que eu achava que não era merecido, que nem eu havia me dado. Todos falavam a mesma coisa ao mesmo tempo, difícil de compreender, mas entendi, estavam reclamando que eles mereciam, precisavam daquela nota para conseguir passar de série, uma falava que se eu desse aquela nota ela iria ficar precisando de dez pontos em certa matéria. Outra pessoa me disse que a professora iria acabar dando a minha nota pois eu sentava lá na frente e porque eu era influencia...
Eu não mudei minha opinião e fiquei pensando no que fiz o resto da aula inteira, antes de ir embora chamei a professora que estava na sala num canto e contei tudo para ela, perguntei se eu estava certo no que tinha feito, ela gentilmente respondeu-me que sim, que eu havia sido honesta e que eu não tinha que me sentir culpada com isso, que eu tinha que continuar sendo sempre assim, que no mundo existem poucas pessoas honestas porque outras acham que podem ter tudo na mão...
Ao ouvir aquilo, não aguentei-me e comecei a chorar ela abraçou-me e disse que me amava...
Por isso eu adoro todos os meus professores, sei que no momento mais difícil eu vou poder contar contar com eles...
No outro dia a professora decidiu dar a mesma nota que outros professores, que também não era a nota máxima...
Com todo esse acontecimento aprendi que não importa que você perca amigos ou brigue com eles, faça sempre a coisa certa...

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Surdos-mudos.

Hoje fui com meus amigos no 1º turno do colégio para fazermos alguns trabalhos, quando começamos a conversar com rapaz que estava sem uniforme, perguntamos se ele estudava ali, ele respondeu que não, que ele somente trabalhava, questionamos novamente, qual era o seu ofício e ele rapidamente respondeu que era tradutor para pessoas surdas-mudas; todos ficam exitados em perguntar quais das crianças que estavam naquele pátio eram especiais, o rapaz olhou em volta e nos mostrou quem eram dois meninos e duas meninas, estavam os quatro separados dos outros alunos, que jogavam bola ou conversavam, percebi que eles eram um pouco rejeitados.

Algum tempo depois, uma menina se aproximou do tradutor e disse que um dos meninos a perturbava, o rapaz começou a conversar com o tal menino, com a linguagem de sinais, eu não podia compreender o que ele dizia, até que ele disse para a menina o que o menino tinha dito, ele havia falado que ela tinha começado a perturbá-lo primeiro. Ela se retirou chamando o menino de mentiroso...

Depois daquela cena fiquei pensando, que o menino nem mesmo poderia se defender, ele não podia ouvir o que diziam dele. Quantas pessoas neste mundo são excluídas da mesma forma, por serem especiais, por não gostarem de algo e até mesmo por serem diferentes.

Lembrei-me do assunto do trabalho para o qual eu tinha ido mais cedo para o colégio, o tema era o mesmo daquela cena, o mesmo que eu sentia pelo menino naquele instante, exclusão social. Eu queria conversar com o menino, mas eu não sabia a linguagem de sinais e não havia mais tempo, ele já estava voltando para a sala, eu não sabia quando iria reencontrá-lo novamente, quando eu iria voltar naquele turno...

Fui embora, embarquei no ônibus, sentei-me, olhei ao meu redor, notei mais uma grupo de surdos-mudos, prestei atenção, reparei que o assunto era grande, eles não paravam um segundo, desci, vim para casa pensando neles, nos dois grupos, o do colégio e o do ônibus, muitas eram suas diferenças e suas igualdades...

Eu nunca havia visto tantos surdos-mudos assim em um só dia, seria coincidência?

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Trabalho infantil...

Certo dia, enquanto voltava para casa no ónibus entrou uma mulher com seu filho de uns sete anos, a criança pulou a roleta e ela ficou do lado do motorista, enquanto o menino andava pelo ónibus ela falava, pedia dinheiro, comida, algo que a ajudasse, disse que tinha uma filha mais nova de um ano e nove meses, enquanto ela falava eu ficava pensando no que aquele menino estava fazendo ali, era para ele estar na escola ou em casa brincando, ele não tinha idade suficiente para estar ali com a mãe pedindo dinheiro, ele não entendia pra que serviria aquilo...
Fico vendo nos sinais de trânsito crianças fazendo malabarismo, vendendo doces, onde estariam as mães dessas crianças naqueles instantes, muitas usam os filhos para sustentar seus vícios.
De manhã, de tarde e até mesmo de noite vemos essas crianças nas ruas, que horas elas estudam? Que horas brincam de ser crianças?
Para mim os únicos deveres das crianças é se divertir, viver alegre, descobrir o mundo do seu jeito...
Linda Marianna, 24 de Setembro de 2010

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Percebendo as coisas...

Ando prestando atenção por onde passo, estou começando a perceber que ando pelas ruas sem notar por onde passo, sem perceber as pessoas que estão sempre por onde passo, no ônibus, até mesmo no colégio estou conhecendo melhor meus colegas...
Muitas vezes não notamos nem mesmo quem visita nossas casas, a correria do dia-a-dia não nos concede o privilégio de notar os detalhes que nunca percebemos, um "bom dia" que não ouvimos ou não respondemos pela pressa...
Tente fazer isto também, você vai ver como vale a pena perceber coisas invisíveis aos nossos olhos na correria do dia-a-dia.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

História de vida

Em uma noite de festa e alegria, conversando com amigos, um deles decidiu contar um pouco de sua história, que por sinal era muito interessante...
Ele contou que não chegou a conhecer seu pai, e que sua mãe o largou ainda muito pequeno. Na rua, depois de algum tempo, ele foi adotado por um padre, que foi quem cuidou dele.
Hoje, ele trabalha no correio e é professor de Língua Portuguesa, é casado e tem um casal de filhos...
Enquanto ele contava a história eu ficava pensando, refletindo de como tem pessoas que sofrem na vida... Na hora me deu vontade de chorar, segurei, esperei estar sozinha, quando cheguei em casa aproveitei para pensar na minha vida, em quantas vezes reclamei da vida, mesmo sem saber o que na verdade é sofrer...
Este jantar em comemoração ao aniversário de um amigo nosso, para mim foi mais que uma simples festa, fiz novos amigos e aprendi mais sobre a vida, conheci histórias de vida, histórias que me chocaram...
Queria partilhar essa história com vocês, mais uma história de vida, que muitas vezes estão ao nosso lado e não sabemos...
Assim despeço-me,
Linda Marianna

sábado, 15 de maio de 2010

Sobre o poema: FALTA DE CORAGEM

Este poema foi escrito quando eu estava sentada no carro do meu pai e ele tinha parado para beber, e eu no carro só olhando ele com aquele copo na mão, sentindo um aperto no coração e uma imensa vontade de chorar, não chorei, pois ele já estava bêbado e se eu chorasse só iria piorar as coisas, então procurei um pedaço de papel e uma caneta e desabafei tudo o que eu estava sentindo em um poema. Depois do poema escrito, senti um alívio, percebi então que de forma poética conseguir desabafar sem dizer uma só palavra a ninguém apenas com um pedaço de papel e uma caneta. Ainda sentindo uma vontade de dizer alguma coisa, mais sem coragem, silenciei, pensei no que poderia acontecer caso eu dissesse alguma coisa, ainda por cima na frente dos amigos dele, isso era um assunto pessoal, não interessava a mais ninguém, sabendo que seria difícil conversar com ele, pois já estava bêbado e não adiantaria chamá-lo num canto decidi voltar para casa e escrever aqui, desabafar de uma nova forma, aqui digitando esta mensagem, enquanto ele não chega, confesso também que sinto medo de como ele vá chegar, não sei que horas, sei que ele não vai chegar nada bem, sei também que minha mãe não irá gostar de como ele chegará... Sempre foi assim, eu no meu canto, sentido as dores da bebida, de um pai que quando começa a beber, não sabe a hora de parar, não sabe o que seus familiares sente por ele neste momento, em que para ele é fácil, mais para nós não. Eu uma menina de 13 anos, que desde que nasceu sofre com isso, mais nunca teve coragem de contar, mais que com este texto, esta desabafando por uma vida inteira com o sofrimento da bebida... Com uma vida inteira dividida em semanas alegres e finais de semana sofridos. Meu pai com seus amigos que só o levam para o caminho da bebida e não o incentivam a parar, não ajudam sua família mesmo vendo que ela faz de tudo para que ele pare. Minha mãe que tanto quanto eu já sofreu com isso, e ainda carrega a dor em seu peito, que já pensou em se separar várias vezes, se sentindo solitária achando que sofria sozinha, mais esquecia que em um lado sua filha estava sofrendo com ela e no outro Deus segurando firme em suas mãos. E eu aqui desabafando tudo o que estou sentindo neste texto com lágrimas escorrendo pelo rosto, mais o que importa é que estou desabafando...